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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Governo do Ceará anuncia concurso público para a Semace

"O governador do Estado, Cid Gomes participou nesta quarta-feira (17/11) da solenidade em comemoração aos 21 anos da fundação da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). Na ocasião, Cid Gomes anunciou que no prazo máximo de até fevereiro de 2009, o Estado deverá lançar o Edital para concurso público da Superintendência. “Com isso, o quadro de servidores da Semace triplicará”, disse o governador. Atualmente a Semace conta com cerca de 40 servidores, segundo Cid, o concurso abrirá vaga para mais de 80 novos servidores.

Durante o discurso, ele aproveitou para ressaltar que o desenvolvimento do Ceará depende também de órgãos como a Semace, que trabalham para assegurar a integridade ambiental do Estado. “A preservação do meio-ambiente é um dos grandes compromissos do meu governo. Mas temos que ter cuidado para que isso não seja uma trava para o desenvolvimento do Estado. É preciso conciliar desenvolvimento e meio ambiente. Isso é possível. Desenvolvimento a qualquer custo não interessa a nosso Governo”, enfatizou."

Fonte:Texto reproduzido do Portal do Governo do Ceará

Conceituação Fitográfica Brasileira (IBGE, 1992)





A vegetação do Brasil, compreendida na Zona Neotropical, pode ser dividida, segundo o aspecto geográfico em dois territórios: o amazônico e o extra-amazônico.

No território Amazônico (área ombrófila), o sistema ecológico vegetal responde a um clima de temperatura média em torno de 25ºC e de chuvas torrenciais bem distribuídas durante o ano, sem déficit hídrico mensal no balanço ombrotérmico anual. No território extra-amazônico (área ombrófila e estacional), o sistema ecológico responde a dois climas - um tropical com temperaturas médias em torno de 22ºC e precipitações atmosféricas marcadas por um déficit hídrico, superior a 60 dias no balanço ombrotérmico anual, e um subtropical, com temperaturas suaves no inverno, que amenizam a média anual situada em torno de 18ºC. As chuvas são moderadas e bem distribuídas durante o ano, não ocorrendo, por isso, déficit hídrico mensal no balanço ombrotérmico anual. Contudo, há uma fase de dormência vegetativa, provocada pelas baixas temperaturas dos meses mais frios do ano.

Em cada uma dessas áreas climáticas, deu-se, através do tempo, uma adaptação da forma e do comportamento das plantas às características da estação desfavorável, seja seca ou fria ou ambas simultaneamente.

As plantas brasileiras apresentam-se em todas as formas de vida, conforme a posição e proteção dos órgãos de crescimento em relação aos períodos climáticos, pois o País localiza-se entre 5º de latitude N e 32º de latitude S, com altitudes que vão do nível do mar a mais de 3000 m. Em conseqüência, apresenta condições ecológicas variadíssimas, desde o ambiente equatorial ao temperado do Planalto Meridional, onde chegam a ocorrer nevascas nos pontos mais altos da sua porção sul.

Distribuição da Flora Neotropical Brasileira (IBGE, 1992)

Este estudo fitoecológico foi alicerçado em dois princípios da lógica científica - a deriva das placas continentais e a evolução monofilética dos seres vivos. A hipótese da deriva das placas continentais foi inicialmente atribuída a Weneger, na década de 20, para o período Permocarbonífero e somente foi novamente aceita, sem restrições, após os trabalhos publicados na revista American Geographic, nas décadas de 60 e 70.

Esta reunião de estudos geofísicos e paleontológicos comprovou a existência de dois eventos tectônicos de movimentos de placas. O primeiro corresponde à separação do grande continente da Pangéia, circundado pelo mar de Tetys, em dois continentes menores - o Gondwânia, no hemisfério Sul e o Laurásia no hemisfério Norte. O segundo corresponde ao movimento das atuais plataformas continentais que vem se realizando desde o fim do Período Cretáceo até os nossos dias.

Embora tais eventos paleogeográficos continuem ainda sendo debatidos, o que não mais se discute é a origem monofilética dos seres vivos, pois a evolução das plantas teve, como a dos animais, um tronco biológico único que se dividiu através do tempo.

A vegetação brasileira recebeu, antes da deriva das placas continentais, o concurso de plantas pantropicais que, após este evento, formaram endemismos em famílias, gêneros e espécies, constituindo, assim, os Domínios Florísticos e as Regiões da Zona Neotropical.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Mapa mundial de fitogeografia

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Congresso Nacional de Educação Ambiental & Encontro de Biogeografia

O meio ambiente é um tema que vem sendo tratado com seriedade por diversas instituições representativas da sociedade, agregando órgãos governamentais, não governamentais, privados e setores organizados da sociedade civil em torno de uma causa comum. Existem no país dezenas de redes integradas em defesa do meio ambiente e mobilizando o coletivo social para mover ações e tomar atitudes em prol de um meio ambiente mais saudável e socialmente mais justo. Visando esclarecer a população sobre os avanços no campo da educação ambiental, a Universidade Federal da Paraíba, com apoio de outras instituições de nível superior, como também órgãos governamentais e privados, está realizando o I Congresso Nacional de Educação Ambiental.

Pioneiro no País, o Evento é coordenado pelo Professor da UFPB Giovanni Seabra e vai acontecer no período de 10 a 13 de junho de 2009, tendo como sede a cidade de João Pessoa. O ambiente de discussões científicas, acadêmicas e técnicas será fortalecido com a realização simultânea do III Encontro Nordestino de Biogeografia, reunindo geógrafos, biogeógrafos, biólogos, químicos, engenheiros, ecologistas, arquitetos, paisagistas e representantes de áreas afins.

São cerca de 50 pesquisadores e educadores convidados como palestrantes, coordenadores dos grupos de trabalhos e docentes dos minicursos, cujas experiências relatadas e registradas nos livros expostos, serão somados aos projetos executados e apresentados pelas centenas de participantes, entre eles professores, pesquisadores, educadores e profissionais da área ambiental.

A seleção dos trabalhos está aos cuidados da Comissão Científica, cujos integrantes são conceituados pesquisadores de diversas instituições do Brasil. O público esperado é de 1.500 congressistas oriundos de todas as regiões do país, em sua maioria ligados às redes de educação ambiental.

Serviço: www.gsplanejamento.com e (83) 3243-7264 ou (83) 8834-7180
e-mail: gs_consultoria@yahoo.com.br

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Globalização


"Parece absurdo pensar nisso, mas a temperatura de seu corpo, nesse exato momento, é preservada por uma roupa produzida graças ao trabalho de milhares de pessoas em várias partes do mundo.

Por qualquer ângulo que se olhe, percebemos que cada indivíduo vive hoje numa sociedade mundial. As pessoas se alimentam, se vestem, moram, são transportadas, se comunicam, se divertem, por meio de bens e serviços mundiais, utilizando mercadorias produzidas pelo capitalismo mundial, globalizado.

Suponhamos que você vá com seus amigos comer um cheeseburger e tomar Coca-Cola no McDonald's. Em seguida, assista a um filme de Steven Spielber e volte para casa num carro Ford ou num ônibus Mercedes. Ao chegar, o telefone toca. Você atende num aparelho fabricado pela Siemmens e ouve um amigo lembrando-o de um videoclipe que começou há instantes na televisão: Michael Jackson em seu último lançamento. Você corre e liga o aparelho da marca Mitsubishi. Ao terminar o clipe, decide ouvir um CD do grupo Simply Red gravado pela BMG Ariola Discos, de propriedade da Warner, em seu equipamento Philips.

Veja quantas empresas transnacionais estiveram presentes nesse curto programa de algumas horas. Na verdade, não há atividades que escapem dos efeitos da globalização do capitalismo. Nem mesmo os esportes. Nem a seleção canarinho dispensa o patrocínio da Coca-Cola, símbolo estridente do processo de globalização do capital.

A influência política da globalização chega ao ponto de entidades de direitos humanos dos Estados Unidos tomarem conhecimento da chacina de meninos de rua, ocorrida em 1993 em frente à igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, antes mesmo do próprio governo brasileiro."

Globalização

Não existe uma definição que seja aceita por todos, mas é basicamente um processo ainda em curso de integração de economias e mercados nacionais. No entanto, ela compreende mais do que o fluxo monetário e de mercadoria; implica a interdependência dos países e das pessoas, além da uniformização de padrões e está ocorrendo em todo o mundo, também no espaço social e cultural. É chamada de "terceira revolução tecnológica" (processamento, difusão e transmissão de informações) e acredita-se que a globalização define uma nova era da história humana.

As navegações e o processo colonialista constituíram momentos que permitiram à humanidade acelerar os contatos de troca de informações, de técnicas, de cultura e principalmente expandir o capitalismo e interligar os mercados mundiais. Pode-se dizer que a multiplicação dos espaços de lucro (domínio de mercados, locais de investimento e fontes de matérias-primas) conduziu o mundo à globalização.

Apesar de ser um processo antigo, apenas na década de 90 a globalização se impôs como um fenômeno de dimensão realmente planetária, a partir dos Estados Unidos e da Inglaterra e de quando a tecnologia de informática se associou à de telecomunicações.